Posts de Outubro, 2009

h1

Vem aí o JOSEP!

Outubro 31, 2009

39442051

h1

Quem paga a banda, escolhe a música!

Outubro 26, 2009

Quatro deputados federais que assinaram o requerimento favorável à criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) contra o MST receberam doações da Sucocítrico Cutrale, empresa que monopoliza o mercado de laranja do Brasil e acumula denúncias na Justiça.

De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a fazenda da Cutrale ocupada neste mês por trabalhadores rurais Sem Terra em Iaras (SP), é uma área pública grilada.

Arnaldo Madeira (PSDB/SP) recebeu, em setembro de 2006, R$ 50.000,00 em doações da empresa. Carlos Henrique Focesi Sampaio, também do PSDB paulista, e Jutahy Magalhães Júnior (PSDB/BA), obtiveram cada um R$ 25.000,00 para suas respectivas campanhas. Nelson Marquezelli (PTB/SP) foi beneficiado com R$ 40.000,00 no mesmo período.

Os quatro parlamentares que votaram favoravelmente à CPI integram a lista dos 55 candidatos beneficiados pela empresa em 2006.

“O episódio do laranjal entra numa situação de confronto dos ruralistas contra o governo, contra o Incra e contra o MST. É importante ter clareza de que o caso, se houvesse acontecido em outra conjuntura, não teria a mesma repercussão como teve após o anúncio da atualização dos índices de produtividade rural”, aponta João Paulo Rodrigues, da coordenação nacional do MST.

“Apesar de o censo do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrar que os assentamentos são produtivos, os ruralistas não querem discutir modelos agrícolas e colocam uma CPI para alterar o debate. O MST não tem nenhum problema em debater com a sociedade”, completa.

A Cutrale possui 30 fazendas em São Paulo e Minas Gerais, totalizando 53.207 hectares. Destas, seis fazendas com 8.011 hectares são classificadas pelo Incra como improdutivas. A área grilada de Iaras nem entra na conta.

Por conta do monopólio da Cutrale no comércio de suco e da imposição dos preços, agricultores que plantam laranjas foram obrigados a destruir entre 1996 a 2006 cerca de 280 mil hectares de laranjais.

A empresa já foi processada por formação de cartel e danos ambientais, e seus donos acusados por porte ilegal de armas de fogo.

Em reportagem de 2003, uma revista denunciou que a empresa Cutrale tem subsidiária nas Ilhas Cayman, como forma de aumentar seus lucros.

fonte: mst.org.br

h1

vem conhecer o enade!

Outubro 26, 2009

o cap ufpr, junto ao coletivo maio e o par (ambos do direito ufpr) puxou uma mesa-redonda pra trocar uma idéia sobre o enade, prova obrigatória a que são submetidos estudantes ingressantes e concluintes de diversos cursos. em 2009, a psicologia é um dos cursos avaliados! em 2006 o nosso curso já boicotou o enade, pra esse ano, ainda vamos conversar! ah, já temos a presença confirmada da prof. dr. maria tereza castelo branco, professora aposentada do depsi e ex-coordenadora do nosso curso! imperdível!

convitinho

h1

Sem intérprete, aluno surdo abandona curso

Outubro 24, 2009

Ao admitir estudante com deficiência auditiva, instituições de ensino devem contratar intérprete de Libras

Depois de frequentar, durante dois anos e meio, o curso de Tecnologia de Sistemas para Internet, o universitário Caio Lúcio Ferreira Cascaes, 28 anos, decidiu abandonar a graduação – ele é surdo e se comunica por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Caio encontrou dificuldades para ter permanentemente, em sala de aula, um intérprete de Libras – o profissional que traduz o conteúdo passado pelo professor. “Meu filho declarou no vestibular que era deficiente auditivo. Tivemos de entrar com duas ações judiciais para tentar garantir o direito de ele ter um intérprete”, conta o pai João Carlos Cascaes. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), onde Caio estudava, chegou a contratar o intérprete na primeira ação judicial movida pela família – mas o profissional desistiu. O estudante afirma que não entendia 90% do que os professores diziam e que só conseguiu permanecer durante tanto tempo no curso porque o pai comprava todos os livros sugeridos. “Sem o tradutor, foi impossível para ele conseguir estudar apenas com os livros. Meu filho en trou em crise no início deste ano e, em julho, decidiu não fazer a rematrícula”, explica o pai.

Na mesma época, depois da sentença judicial em razão da segunda ação impetrada por Caio, a UTFPR contratou oficialmente – pelos próximos dois anos – um intérprete de Libras. A decisão demorou por uma questão burocrática de contratação, segundo a instituição (veja mais nesta página). Apesar de Caio ter decidido não frequentar mais as aulas, a ação judicial proposta por ele poderá servir de precedente para outros alunos surdos.

O Decreto n.º 5.626 de 2005, que regulamenta a Lei Federal n.º 10.436 de 2002, diz que todas as instituições de ensino devem garantir, obrigatoriamente, às pessoas surdas o acesso (intérprete de Libras) a todas as modalidades de educação. “A lei de inclusão é de 1996. Em 2005 um decreto regulamentou o direito dos alunos. Mesmo assim, percebemos que as escolas ainda não estão preparadas para recebê-los”, afirma a presidente da Comissão de Inclusão da Universidade Tuiuti do Paraná, Ana Luíza Bender Moreira. A Tuiuti tem 47 universitários com necessidades especiais – a instituição começou a capacitar seus professores para a inclusão há pelo menos quatro anos. Outras universidades particulares consultadas pela reportagem também têm alunos com deficiência auditiva e todos contam com a ajuda de intérpretes.

O maior empecilho está justamente nas universidades públicas. No plano de cargos e salários das universidades federais e estaduais ainda não existe a carreira de tradutor e intérprete de Libras, por isso fica difícil fazer a contratação por meio de concurso público. “Por isso as instituições ainda esperam o aluno entrar para depois ver como vão resolver o problema”, explica a professora do curso de graduação de Letras e Libras da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Sueli Fernandes.

Ela lembra que falta também uma maior organização por parte dos profissionais. “Eles precisam reivindicar uma legislação municipal que regulamente a profissão e crie o cargo nas instituições públicas, para que eles possam concorrer”, diz Sueli.

Fonte: Gazeta do Povo

h1

Protesto do CADI!

Outubro 23, 2009

Reforma do 12º andar

Você sabe o que tem no 12º andar do prédio D. Pedro I, na reitoria da UFPR?

Além da casa do zelador há um espaço de aula para os alunos de Design.

Lá deveriam ser realizadas as disciplinas de modelos, Laboratório de Cerâmicos, Oficina de madeira, Criatividade, entre outras.

É um espaço onde os alunos também poderiam realizar seus trabalhos de outras disciplinas, visto que precisam trabalhar com tintas, gesso, resina, metal, spray, madeira, lixas, polímeros, etc…

Mas há muito tempo este espaço está deteriorado, e estas disciplinas NÃO TEM onde realizar suas atividades.

A reforma foi proposta e aprovada no início do ano, como demanda emergencial do Departamento de Design. O projeto e a licitação para execução da obra deveriam ter sido realizados até setembro.

Problemas do espaço físico:

- Foi criado na década de 1970 a unidade de Marcenaria, e em 1990 as outras unidades. NUNCA foi feita uma reforma.

- O espaço não comporta o número de alunos necessários por turma

- Telhado: calor no verão, frio no inverno, invasão de pombos, chove dentro das salas

- Instalação de esgoto está comprometida > corre-se o risco de entupimento em todo o prédio > água dos laboratórios, imprescindível para a realização dos trabalhos, está cortada.

Notícia boa:

O Design recebeu a verba de R$300.000,00 para a reforma. O dinheiro está aprovado pelo Setor e pela Reitoria, e pronto para ser usado.

INDIGNANTE:

Por motivos puramente burocráticos, e talvez de falta de vontade, a reforma ainda não foi iniciada. Foram inúmeras tentativas, ofícios, telefonemas, reuniões marcadas sem sucesso: continuamos esperando!

E se não for feito nada, em pouco tempo A VERBA SERÁ DEVOLVIDA!!!

Isto acarretará uma perda em ensino, pesquisa e extensão dos departamentos envolvidos, e da própria Universidade Federal do Paraná.

Reforma do 12º andar do Prédio D. Pedro I.

Chega de enrolação!

Queremos uma universidade mais ágil e produtiva.

Queremos a reforma já!!!!

Alunos de Design.

www.design.ufpr.br/cadi

h1

Cartilha e Caderno de Textos | Porque boicotamos o ENADE?

Outubro 22, 2009

Confira aqui o material preparado pelo CAP UFPR para a CONEP, sobre o Boicote ao ENADE! Tá bem bem legal! =)

Clique AQUI para ter acesso à CARTILHA SOBRE O ENADE AQUI para ter acesso ao CADERNO DE TEXTOS SOBRE O ENADE!

h1

Nota Pública do MST

Outubro 13, 2009
SCLARECIMENTOS SOBRE ÚLTIMOS EPISÓDIOS VEICULADOS PELA MÍDIA
Diante dos últimos episódios que envolvem o MST e vêm repercutindo na mídia, a direção nacional do MST vem a público se pronunciar.
1. A nossa luta é pela democratização da propriedade da terra, cada vez mais concentrada em nosso país. O resultado do Censo de 2006, divulgado na semana passada, revelou que o Brasil é o país com a maior concentração da propriedade da terra do mundo. Menos de 15 mil latifundiários detêm fazendas acima de 2,5 mil hectares e possuem 98 milhões de hectares. Cerca de 1% de todos os proprietários controla 46% das terras.
2. Há uma lei de Reforma Agrária para corrigir essa distorção histórica. No entanto, as leis a favor do povo somente funcionam com pressão popular. Fazemos pressão por meio da ocupação de latifúndios improdutivos e grandes propriedades, que não cumprem a função social, como determina a Constituição de 1988.
A Constituição Federal estabelece que devem ser desapropriadas propriedades que estão abaixo da produtividade, não respeitam o ambiente, não respeitam os direitos trabalhistas e são usadas para contrabando ou cultivo de drogas.
3. Também ocupamos as fazendas que têm origem na grilagem de terras públicas, como acontece, por exemplo, no Pontal do Paranapanema e em Iaras (empresa Cutrale), no Pará (Banco Opportunity) e no sul da Bahia (Veracel/Stora Enso). São áreas que pertencem  à União e estão indevidamente apropriadas por grandes empresas, enquanto se alega que há falta de terras para assentar trabalhadores rurais sem terras.
4. Os inimigos da Reforma Agrária querem transformar os episódios que aconteceram na fazenda grilada pela Cutrale para criminalizar o MST, os movimentos sociais, impedir a Reforma Agrária e proteger os interesses do agronegócio e dos que controlam a terra.
5. Somos contra a violência. Sabemos que a violência é a arma utilizada sempre pelos opressores para manter seus privilégios. E, principalmente, temos o maior respeito às famílias dos trabalhadores das grandes fazendas quando fazemos as ocupações. Os trabalhadores rurais são vítimas da violência. Nos últimos anos, já foram assassinados mais de 1,6 mil companheiros e companheiras, e apenas 80 assassinos e mandantes chegaram aos tribunais. São raros aqueles que tiveram alguma punição, reinando a impunidade, como no caso do Massacre de Eldorado de Carajás.
6. As famílias acampadas recorreram à ação na Cutrale como última alternativa para chamar a atenção da sociedade para o absurdo fato de que umas das maiores empresas da agricultura – que controla 30% de todo suco de laranja no mundo – se dedique a grilar terras. Já havíamos ocupado a área diversas vezes nos últimos 10 anos, e a população não tinha conhecimento desse crime cometido pela Cutrale.
7. Nós lamentamos muito quando acontecem desvios de conduta em ocupações, que não representam a linha do movimento. Em geral, eles têm acontecido por causa da infiltração dos inimigos da Reforma Agrária, seja dos latifundiários ou da policia.
8. Os companheiros e companheiras do MST de São Paulo reafirmam que não houve depredação nem furto por parte das famílias que ocuparam a fazenda da Cutrale. Quando as famílias saíram da fazenda, não havia ambiente de depredações, como foi apresentado na mídia. Representantes das famílias que fizeram a ocupação foram impedidos de acompanhar a entrada dos funcionários da fazenda e da PM, após a saída da área. O que aconteceu desde a saída das famílias e a entrada da imprensa na fazenda deve ser investigado.
9. Há uma clara articulação entre os latifundiários, setores conservadores do Poder Judiciário, serviços de inteligência, parlamentares ruralistas e setores reacionários da imprensa brasileira para atacar o MST e a Reforma Agrária. Não admitem o direito dos pobres se organizarem e lutarem.
Em períodos eleitorais, essas articulações ganham mais força política, como parte das táticas da direita para  impedir as ações do governo a favor da Reforma Agrária e “enquadrar” as candidaturas dentro dos seus interesses de classe.
10. O MST luta há mais de 25 anos pela implantação de uma Reforma Agrária popular e verdadeira. Obtivemos muitas vitórias: mais de 500 mil famílias de trabalhadores pobres do campo foram assentados. Estamos acostumados a enfrentar as manipulações dos latifundiários e de seus representantes na imprensa.
À sociedade, pedimos que não nos julgue pela versão apresentada pela mídia. No Brasil, há um histórico de ruptura com a verdade e com a ética pela grande mídia, para manipular os fatos, prejudicar os trabalhadores e suas lutas e defender os interesses dos poderosos.
Apesar de todas as dificuldades, de nossos erros e acertos e, principalmente, das artimanhas da burguesia, a sociedade brasileira sabe que sem a Reforma Agrária será impossível corrigir as injustiças sociais e as desigualdades no campo. De nossa parte, temos o compromisso de seguir organizando os pobres do campo e fazendo mobilizações e lutas pela realização dos direitos do povo à terra, educação e dignidade.
São Paulo, 9 de outubro de 2009

ESCLARECIMENTOS SOBRE ÚLTIMOS EPISÓDIOS VEICULADOS PELA MÍDIA

Diante dos últimos episódios que envolvem o MST e vêm repercutindo na mídia, a direção nacional do MST vem a público se pronunciar.

1. A nossa luta é pela democratização da propriedade da terra, cada vez mais concentrada em nosso país. O resultado do Censo de 2006, divulgado na semana passada, revelou que o Brasil é o país com a maior concentração da propriedade da terra do mundo. Menos de 15 mil latifundiários detêm fazendas acima de 2,5 mil hectares e possuem 98 milhões de hectares. Cerca de 1% de todos os proprietários controla 46% das terras.

2. Há uma lei de Reforma Agrária para corrigir essa distorção histórica. No entanto, as leis a favor do povo somente funcionam com pressão popular. Fazemos pressão por meio da ocupação de latifúndios improdutivos e grandes propriedades, que não cumprem a função social, como determina a Constituição de 1988.

A Constituição Federal estabelece que devem ser desapropriadas propriedades que estão abaixo da produtividade, não respeitam o ambiente, não respeitam os direitos trabalhistas e são usadas para contrabando ou cultivo de drogas.

3. Também ocupamos as fazendas que têm origem na grilagem de terras públicas, como acontece, por exemplo, no Pontal do Paranapanema e em Iaras (empresa Cutrale), no Pará (Banco Opportunity) e no sul da Bahia (Veracel/Stora Enso). São áreas que pertencem  à União e estão indevidamente apropriadas por grandes empresas, enquanto se alega que há falta de terras para assentar trabalhadores rurais sem terras.

4. Os inimigos da Reforma Agrária querem transformar os episódios que aconteceram na fazenda grilada pela Cutrale para criminalizar o MST, os movimentos sociais, impedir a Reforma Agrária e proteger os interesses do agronegócio e dos que controlam a terra.

5. Somos contra a violência. Sabemos que a violência é a arma utilizada sempre pelos opressores para manter seus privilégios. E, principalmente, temos o maior respeito às famílias dos trabalhadores das grandes fazendas quando fazemos as ocupações. Os trabalhadores rurais são vítimas da violência. Nos últimos anos, já foram assassinados mais de 1,6 mil companheiros e companheiras, e apenas 80 assassinos e mandantes chegaram aos tribunais. São raros aqueles que tiveram alguma punição, reinando a impunidade, como no caso do Massacre de Eldorado de Carajás.

6. As famílias acampadas recorreram à ação na Cutrale como última alternativa para chamar a atenção da sociedade para o absurdo fato de que umas das maiores empresas da agricultura – que controla 30% de todo suco de laranja no mundo – se dedique a grilar terras. Já havíamos ocupado a área diversas vezes nos últimos 10 anos, e a população não tinha conhecimento desse crime cometido pela Cutrale.

7. Nós lamentamos muito quando acontecem desvios de conduta em ocupações, que não representam a linha do movimento. Em geral, eles têm acontecido por causa da infiltração dos inimigos da Reforma Agrária, seja dos latifundiários ou da policia.

8. Os companheiros e companheiras do MST de São Paulo reafirmam que não houve depredação nem furto por parte das famílias que ocuparam a fazenda da Cutrale. Quando as famílias saíram da fazenda, não havia ambiente de depredações, como foi apresentado na mídia. Representantes das famílias que fizeram a ocupação foram impedidos de acompanhar a entrada dos funcionários da fazenda e da PM, após a saída da área. O que aconteceu desde a saída das famílias e a entrada da imprensa na fazenda deve ser investigado.

9. Há uma clara articulação entre os latifundiários, setores conservadores do Poder Judiciário, serviços de inteligência, parlamentares ruralistas e setores reacionários da imprensa brasileira para atacar o MST e a Reforma Agrária. Não admitem o direito dos pobres se organizarem e lutarem.

Em períodos eleitorais, essas articulações ganham mais força política, como parte das táticas da direita para  impedir as ações do governo a favor da Reforma Agrária e “enquadrar” as candidaturas dentro dos seus interesses de classe.

10. O MST luta há mais de 25 anos pela implantação de uma Reforma Agrária popular e verdadeira. Obtivemos muitas vitórias: mais de 500 mil famílias de trabalhadores pobres do campo foram assentados. Estamos acostumados a enfrentar as manipulações dos latifundiários e de seus representantes na imprensa.

À sociedade, pedimos que não nos julgue pela versão apresentada pela mídia. No Brasil, há um histórico de ruptura com a verdade e com a ética pela grande mídia, para manipular os fatos, prejudicar os trabalhadores e suas lutas e defender os interesses dos poderosos.

Apesar de todas as dificuldades, de nossos erros e acertos e, principalmente, das artimanhas da burguesia, a sociedade brasileira sabe que sem a Reforma Agrária será impossível corrigir as injustiças sociais e as desigualdades no campo. De nossa parte, temos o compromisso de seguir organizando os pobres do campo e fazendo mobilizações e lutas pela realização dos direitos do povo à terra, educação e dignidade.

São Paulo, 9 de outubro de 2009
Direção Nacional do MST

em: http://www.mst.org.br/node/8338

h1

CAP UFPR apóia Chapa Cartas na Mesa – CAHS 2010

Outubro 8, 2009

Universidade Federal do Paraná

Centro Acadêmico de Psicologia

Curitiba, 07 de outubro de 2009.

en la lucha de clases
todas las armas son buenas:
piedras, noches, poemas
(leminski)

O Centro Acadêmico de Psicologia da Universidade Federal do Paraná (CAP UFPR) manifesta publicamente seu apoio político à Chapa Cartas na Mesa que disputa a gestão 2009/2010 do Centro Acadêmico Hugo Simas (CAHS) da Faculdade de Direito da UFPR.

Entendemos que a militância estudantil praticada por estes estudantes demonstra uma clara posição de esquerda, comprometida com a defesa da Educação e, principalmente, com um projeto de sociedade que procura superar a opressão infringida pelo modo de produção capitalista, à classe trabalhadora.

Vivemos em um momento histórico e político em que a juventude brasileira assiste o sucateamento das Universidades Públicas com pouca mobilização ou agindo de forma cindida com os movimentos sociais e com a própria classe trabalhadora. Por isso fazemos questão de apoiar um grupo político que explicita a complexidade das problemáticas presentes na realidade dos estudantes, dentro da nossa Instituição e para além das escadarias do Prédio Histórico.

As reivindicações deste coletivo de estudantes são as que fazemos em nossa militância cotidiana. Suas pautas nos mobilizam e sua luta também é nossa. Portanto, estendemos à Chapa Cartas na Mesa, ao Coletivo Maio e conseqüentemente aos estudantes de Direito que componham esta luta, nossas vozes e nossos braços.

Colocamos-nos à disposição do que necessário for e estamos dispostos a construir com a Chapa Cartas na Mesa e com o Coletivo Maio um movimento estudantil combativo, intenso e cheio de vivacidade.

Resistência e alegria!

Cordialmente,

Centro Acadêmico de Psicologia
Universidade Federal do Paraná
gestão pedras, noites, poemas

h1

ENADE no bico da pomba!

Outubro 2, 2009

confira aqui o material levado pelos militantes do cap ufpr aos espaços do VII Congresso dos Estudantes da UFPR, que acontece hoje, amanhã, sábado e domingo.  estamos pautando a questão do boicote ao enade. clique aqui pra ter acesso ao material! (: