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PSICOCINE – CAP UFPR!

Novembro 22, 2009

dia 27/11 (sexta-feira) as 17h10 na sala 202 (segundo andar do Prédio Histórico)

TEMA: Cooperativas de trabalho

 

vídeos:

- Som da rua – operários (2 min)
Numa pequena aldeia de Melanje (Angola) vivem os irmãos Jacinto, Paulo e Miguel, cujos pais morreram na guerra. Sua música fala dos pais de acordo com o imaginário do MPLA, tendo sido convertidos de agricultores a “operários”.

- Flaskô recuperada pelos seus trabalhadores (18 min)
Um pouco da história da ocupação da fábrica Flaskô,  pelos trabalhadores.

- Única fábrica ocupada quer estatização (5 min)
Luta dos trabalhadores da Flaskô pela estatização, diante da cobrança de dívidas da fábrica quando era de seus patrões.

- Sólidas melodias (10 min)
Vídeo produzido pelos alunos da Oficina de Documentários da IV Mostra Curta Audiovisual de Campinas, com os trabalhadores da Fábrica Ocupada Flaskô.

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Carta-Pública do CAP UFPR sobre o BOICOTE AO ENADE

Novembro 9, 2009

clique AQUI para fazer download da carta pública do cap ufpr sobre o boicote ao enade 2009.

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É amanhã! Psicologia UFPR vai boicotar o ENADE!

Novembro 8, 2009

Descubra porque e como boicotar o ENADE!

1. Comparecer pontualmente ao local da prova no dia 8 de novembro;
2. Assinar a lista de presença;
3. Entregar a prova em branco com o adesivo da campanha colado ou um grande zero desenhado!

A minha nota aparecerá no histórico escolar?
Não. Segundo a lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o ENADE, constará no histórico escolar somente se o estudante foi selecionado e se compareceu à prova. Por isso é muito importante que todos compareçam à prova para zerá-la.

A minha nota será divulgada?
Não. Esta mesma lei diz que a nota será entregue individualmente a cada estudante que realizou a prova, sendo vedada qualquer identificação nominal do resultado obtido por cada um.

A faculdade irá entregar meu diploma se eu boicotar o ENADE?
Sim. É obrigação da faculdade entregar o diploma ao estudante que concluiu o curso devidamente, independentemente de sua nota no ENADE. Boicotar é não legitimar uma prova que não diz respeito à qualidade de ensino. Assim, quem faz o ENADE tem sua formação prejudicada, pois ele não atesta a real avaliação que a comunidade universitária sempre exigiu.

Por uma avaliação de verdade!
Novamente, neste ano, os estudantes universitários serão submetidos ao ENADE (Exame Nacional de Avaliação do  Desempenho do Estudante). Mas será que todos sabem que bicho é esse? Certamente a maioria dos estudantes deve estar se perguntando o que é o ENADE e que benefícios ele traz.

O ENADE faz parte do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) que é o marco inicial do processo de Reforma Universitária atual e vem no mesmo sentido da privatização da educação. Neste contexto a universidade fica exposta à promiscuidade no que se refere a sua autonomia e financiamento, servindo como justificativa para aprofundar a inserção do capital privado nas universidades.

Será que o PROVÃO melhorou a qualidade dos cursos, ou serviu só pra legitimar faculdades e cursos de má qualidade? O ENADE segue os mesmos princípios do antigo PROVÃO, permanecendo a obrigatoriedade, o caráter punitivo, a premiação, o ranking de estudantes e universidades e a falta de conexão do conteúdo da prova com a realidade e a especificidade de cada curso, região e universidade. O MEC mudou o nome da prova, mas a proposta é a mesma. Paliativa e injusta, ela desresponsabiliza a instituição pela qualidade do ensino, e joga todo o peso nas costas do estudante.

Defendemos avaliações institucionais da relação ensino-aprendizagem, elaborada por discentes, docentes e técnicos das Instituições. Essa avaliação deve ser democraticamente elaborada e tem de dizer respeito à realidade concreta de cada Instituição!

Se você não concorda, entregue a prova em branco!

Quem faz o ENADE colabora pro sucateamento da Universidade!

Somos contra a mercantilização da Educação

e essa Reforma Universitária!

Saiba mais sobre ENADE. Conheça o movimento estudantil!

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CAP e CONEP defendem BOICOTE AO ENADE em são paulo

Novembro 1, 2009

Debate conclui que Enade usa critérios de mercado na avaliação
APROPUC-SP 30.10.09

O pátio da Cruz que já foi palco de muitas manifestações, assembléias e debates, no dia 28/10 recebeu a polêmica discussão sobre o Enade (Exame Nacional de Desempenho do Estudante). A mesa foi composta pela professora Liguia Masoshigue, do ANDES-SN, José Arbex Jr., professor de jornalismo e diretor da APROPUC, e César Fernandes, estudante de psicologia da UFPR e membro da CONEP (Coordenação Nacional dos Estudantes de Psicologia).

A professora Liguia abriu o debate dizendo que “o Enade passa à revelia da instituição, definindo a natureza e o caráter dos currículos e das prioridades de formação, afrontando abertamente a autonomia didático-científica das universidades e abrindo caminho para uma maior presença de empresários e setores particularistas na educação superior brasileira”.

César Fernandes, por sua vez, mostrou que não é possível pensar o Enade sem compreender que o Exame está inserido no Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior) como o Reuni, parte da política do atual governo que precariza e privatiza o ensino no Brasil. Segundo o estudante, o Enade “individualiza o estudante pelo mérito e pelo demérito de sua formação, sendo que ele não é o único responsável por isso”. Além disso, afirmou que a prova tem como objetivo apenas diagnosticar que existe um problema, mas não aponta a forma como este pode ser superado e muito menos fornece as bases materiais para que isso ocorra.

Boicote e uma outra avaliação

César comentou sobre a necessidade de se construir um novo modelo de avaliação que respeite as diversidades regionais, que não ranqueie as universidades, criando assim um apelo mercantil, e que não tenha um caráter punitivo. “Por todas essas razões, acredito que o boicote seja um instrumento de luta e de defesa da instituição pública e por qualidade de ensino”, concluiu.

O professor Arbex afirmou que os critérios do Enade não são de excelência acadêmica, muito pelo contrário, são critérios mercantis. “O Enade é a implementação de um sistema de produtividade no ensino que caminha contra a qualidade das universidades”. O professor lembrou que o Exame é decorrência do acordo feito entre o MEC e a USAID – Agência Norte Americana para o Desenvolvimento Internacional -, realizando vários acordos, nos anos 1960 e 1970, entre Brasil e Estados Unidos. Tais acordos foram marcados pela concepção de educação como pressuposto do desenvolvimento econômico e não de pensamento crítico. Para Arbex, o Brasil tem um papel estratégico no neoliberalismo, e a reforma da educação está ligada a esse movimento. “O Enade é uma consequência lógica de um movimento de sucateamento da universidade, assim como já ocorreu com os ensinos básico e médio”, concluiu.

em: apropucsp.org.br

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Vem aí o JOSEP!

Outubro 31, 2009

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Quem paga a banda, escolhe a música!

Outubro 26, 2009

Quatro deputados federais que assinaram o requerimento favorável à criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) contra o MST receberam doações da Sucocítrico Cutrale, empresa que monopoliza o mercado de laranja do Brasil e acumula denúncias na Justiça.

De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a fazenda da Cutrale ocupada neste mês por trabalhadores rurais Sem Terra em Iaras (SP), é uma área pública grilada.

Arnaldo Madeira (PSDB/SP) recebeu, em setembro de 2006, R$ 50.000,00 em doações da empresa. Carlos Henrique Focesi Sampaio, também do PSDB paulista, e Jutahy Magalhães Júnior (PSDB/BA), obtiveram cada um R$ 25.000,00 para suas respectivas campanhas. Nelson Marquezelli (PTB/SP) foi beneficiado com R$ 40.000,00 no mesmo período.

Os quatro parlamentares que votaram favoravelmente à CPI integram a lista dos 55 candidatos beneficiados pela empresa em 2006.

“O episódio do laranjal entra numa situação de confronto dos ruralistas contra o governo, contra o Incra e contra o MST. É importante ter clareza de que o caso, se houvesse acontecido em outra conjuntura, não teria a mesma repercussão como teve após o anúncio da atualização dos índices de produtividade rural”, aponta João Paulo Rodrigues, da coordenação nacional do MST.

“Apesar de o censo do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrar que os assentamentos são produtivos, os ruralistas não querem discutir modelos agrícolas e colocam uma CPI para alterar o debate. O MST não tem nenhum problema em debater com a sociedade”, completa.

A Cutrale possui 30 fazendas em São Paulo e Minas Gerais, totalizando 53.207 hectares. Destas, seis fazendas com 8.011 hectares são classificadas pelo Incra como improdutivas. A área grilada de Iaras nem entra na conta.

Por conta do monopólio da Cutrale no comércio de suco e da imposição dos preços, agricultores que plantam laranjas foram obrigados a destruir entre 1996 a 2006 cerca de 280 mil hectares de laranjais.

A empresa já foi processada por formação de cartel e danos ambientais, e seus donos acusados por porte ilegal de armas de fogo.

Em reportagem de 2003, uma revista denunciou que a empresa Cutrale tem subsidiária nas Ilhas Cayman, como forma de aumentar seus lucros.

fonte: mst.org.br

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vem conhecer o enade!

Outubro 26, 2009

o cap ufpr, junto ao coletivo maio e o par (ambos do direito ufpr) puxou uma mesa-redonda pra trocar uma idéia sobre o enade, prova obrigatória a que são submetidos estudantes ingressantes e concluintes de diversos cursos. em 2009, a psicologia é um dos cursos avaliados! em 2006 o nosso curso já boicotou o enade, pra esse ano, ainda vamos conversar! ah, já temos a presença confirmada da prof. dr. maria tereza castelo branco, professora aposentada do depsi e ex-coordenadora do nosso curso! imperdível!

convitinho

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Sem intérprete, aluno surdo abandona curso

Outubro 24, 2009

Ao admitir estudante com deficiência auditiva, instituições de ensino devem contratar intérprete de Libras

Depois de frequentar, durante dois anos e meio, o curso de Tecnologia de Sistemas para Internet, o universitário Caio Lúcio Ferreira Cascaes, 28 anos, decidiu abandonar a graduação – ele é surdo e se comunica por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Caio encontrou dificuldades para ter permanentemente, em sala de aula, um intérprete de Libras – o profissional que traduz o conteúdo passado pelo professor. “Meu filho declarou no vestibular que era deficiente auditivo. Tivemos de entrar com duas ações judiciais para tentar garantir o direito de ele ter um intérprete”, conta o pai João Carlos Cascaes. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), onde Caio estudava, chegou a contratar o intérprete na primeira ação judicial movida pela família – mas o profissional desistiu. O estudante afirma que não entendia 90% do que os professores diziam e que só conseguiu permanecer durante tanto tempo no curso porque o pai comprava todos os livros sugeridos. “Sem o tradutor, foi impossível para ele conseguir estudar apenas com os livros. Meu filho en trou em crise no início deste ano e, em julho, decidiu não fazer a rematrícula”, explica o pai.

Na mesma época, depois da sentença judicial em razão da segunda ação impetrada por Caio, a UTFPR contratou oficialmente – pelos próximos dois anos – um intérprete de Libras. A decisão demorou por uma questão burocrática de contratação, segundo a instituição (veja mais nesta página). Apesar de Caio ter decidido não frequentar mais as aulas, a ação judicial proposta por ele poderá servir de precedente para outros alunos surdos.

O Decreto n.º 5.626 de 2005, que regulamenta a Lei Federal n.º 10.436 de 2002, diz que todas as instituições de ensino devem garantir, obrigatoriamente, às pessoas surdas o acesso (intérprete de Libras) a todas as modalidades de educação. “A lei de inclusão é de 1996. Em 2005 um decreto regulamentou o direito dos alunos. Mesmo assim, percebemos que as escolas ainda não estão preparadas para recebê-los”, afirma a presidente da Comissão de Inclusão da Universidade Tuiuti do Paraná, Ana Luíza Bender Moreira. A Tuiuti tem 47 universitários com necessidades especiais – a instituição começou a capacitar seus professores para a inclusão há pelo menos quatro anos. Outras universidades particulares consultadas pela reportagem também têm alunos com deficiência auditiva e todos contam com a ajuda de intérpretes.

O maior empecilho está justamente nas universidades públicas. No plano de cargos e salários das universidades federais e estaduais ainda não existe a carreira de tradutor e intérprete de Libras, por isso fica difícil fazer a contratação por meio de concurso público. “Por isso as instituições ainda esperam o aluno entrar para depois ver como vão resolver o problema”, explica a professora do curso de graduação de Letras e Libras da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Sueli Fernandes.

Ela lembra que falta também uma maior organização por parte dos profissionais. “Eles precisam reivindicar uma legislação municipal que regulamente a profissão e crie o cargo nas instituições públicas, para que eles possam concorrer”, diz Sueli.

Fonte: Gazeta do Povo

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Protesto do CADI!

Outubro 23, 2009

Reforma do 12º andar

Você sabe o que tem no 12º andar do prédio D. Pedro I, na reitoria da UFPR?

Além da casa do zelador há um espaço de aula para os alunos de Design.

Lá deveriam ser realizadas as disciplinas de modelos, Laboratório de Cerâmicos, Oficina de madeira, Criatividade, entre outras.

É um espaço onde os alunos também poderiam realizar seus trabalhos de outras disciplinas, visto que precisam trabalhar com tintas, gesso, resina, metal, spray, madeira, lixas, polímeros, etc…

Mas há muito tempo este espaço está deteriorado, e estas disciplinas NÃO TEM onde realizar suas atividades.

A reforma foi proposta e aprovada no início do ano, como demanda emergencial do Departamento de Design. O projeto e a licitação para execução da obra deveriam ter sido realizados até setembro.

Problemas do espaço físico:

- Foi criado na década de 1970 a unidade de Marcenaria, e em 1990 as outras unidades. NUNCA foi feita uma reforma.

- O espaço não comporta o número de alunos necessários por turma

- Telhado: calor no verão, frio no inverno, invasão de pombos, chove dentro das salas

- Instalação de esgoto está comprometida > corre-se o risco de entupimento em todo o prédio > água dos laboratórios, imprescindível para a realização dos trabalhos, está cortada.

Notícia boa:

O Design recebeu a verba de R$300.000,00 para a reforma. O dinheiro está aprovado pelo Setor e pela Reitoria, e pronto para ser usado.

INDIGNANTE:

Por motivos puramente burocráticos, e talvez de falta de vontade, a reforma ainda não foi iniciada. Foram inúmeras tentativas, ofícios, telefonemas, reuniões marcadas sem sucesso: continuamos esperando!

E se não for feito nada, em pouco tempo A VERBA SERÁ DEVOLVIDA!!!

Isto acarretará uma perda em ensino, pesquisa e extensão dos departamentos envolvidos, e da própria Universidade Federal do Paraná.

Reforma do 12º andar do Prédio D. Pedro I.

Chega de enrolação!

Queremos uma universidade mais ágil e produtiva.

Queremos a reforma já!!!!

Alunos de Design.

www.design.ufpr.br/cadi

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Cartilha e Caderno de Textos | Porque boicotamos o ENADE?

Outubro 22, 2009

Confira aqui o material preparado pelo CAP UFPR para a CONEP, sobre o Boicote ao ENADE! Tá bem bem legal! =)

Clique AQUI para ter acesso à CARTILHA SOBRE O ENADE AQUI para ter acesso ao CADERNO DE TEXTOS SOBRE O ENADE!