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Apoio à greve dos estudantes de Comunicação!

março 23, 2011

Moção de apoio do Centro Acadêmico de Psicologia da UFPR à greve dos estudantes de Comunicação Social.

O Centro Acadêmico de Psicologia (CAP) da Universidade Federal Paraná, vem por meio desta apoiar a greve dos estudantes de Comunicação Social que acontece desde 17 de março tendo em vista o descaso por parte do departamento de Comunicação e da reitoria.

Os estudantes reivindicam, entre outras pautas, a melhoria da estrutura do prédio, presença de professores, a mudança no regimento de estágio e a exigência da oferta de algumas disciplinas em ambos os semestres. O CAP entende a importância da luta desses estudantes para o movimento estudantil, pois potencializa a busca pelos nossos direitos e apoiamos todo e qualquer enfrentamento pela melhoria da educação. Sabemos que as pautas que eles trazem não são novidades e acontecem nacionalmente por causa da mercantilização da educação.

Nós, estudantes do curso de Psicologia, enfrentamos uma situação semelhante no quesito estrutura. Em breve mudaremos para o campus Rebouças, no qual a estrutura para nos receber ainda é incerta. Lutamos, assim como os estudantes de Comunicação, por uma universidade de maior qualidade, com professores presentes, melhor estrutura e que supra as necessidades básicas dos cursos aqui ofertados. Desta forma, tornamos público nosso apoio à greve.

Centro acadêmico de Psicologia - Universidade Federal do Paraná

Gestão Nada é impossível de mudar

 

 

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Nota da CONEP em apoio aos Presos Políticos da manifestação contra a visita de Obama ao Brasil

março 20, 2011

A Coordenação Nacional de Estudantes de Psicologia – CONEP – procura colocar-se ao lado da classe trabalhadora em seus processos de luta, apoiando as resistências contra o imperialismo que explora e ceifa a vida dos trabalhadores no Brasil e no mundo. Dessa forma, é imenso o nosso repúdio a Dilma Roussef, Sérgio Cabral, Eduardo Paes, e à sua repressão policial que, por motivações políticas, deteve e posteriormente prendeu treze companheiros de luta. Os manifestantes foram presos em um ato em frente ao Consulado Americano no Rio de Janeiro, contra a visita de Barack Obama ao país. A prisão foi claramente uma forma de calar aquelas e aqueles que lutam coletivamente para expor as mazelas do imperialismo do capital, para deixar claro que Obama não é bem vindo em nosso país e que os acordos entre as burguesias brasileira e americana trarão mais exploração à maioria da população, que vive do trabalho.

CONEP está entre as muitas entidades que exigem imediata soltura dos presos políticos de Dilma, Cabral e Eduardo Paes, e prestamos total solidariedade e apoio à luta, neste momento tão difícil, de:

  • Gilberto Silva – eletricista
  • Rafael Rossi – professor de estado, dirigente sindical do SEPE
  • Pâmela Rossi – professora do estado e casada
  • Thiago Loureiro – estudante de Direito da UFRJ, funcionário do Sindjustiça
  • Yuri Proença da Costa – carteiro dos Correios
  • Gualberto Tinoco – servidor do estado e dirigente sindical do SEPE
  • Gabriela Proença da Costa – estudante de Artes da UERJ
  • Gabriel de Melo Souza Paulo – estudante de Letras da UFRJ, DCE UFRJ
  • José Eduardo BRAUNSCHWEIGER – advogado
  • Andriev Martins Santos – estudante UFF
  • João Paulo – estudante Colégio Pedro II
  • Vagner Vasconcelos – Movimento MV Brasil
  • Maria de Lurdes Pereira da Silva – doméstica
Em tempo, convidamos a todos que assinem a petição pública em favor da libertação dos 13 manifestantes presos: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=PSTU



“Na luta do bem contra o mal, é sempre o povo que morre” (Eduardo Galeano)

Domingo, 20 de março de 2011
Coordenação Nacional de Estudantes de Psicologia

 

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Contra a MP 520 – apoio do movimento estudantil

março 6, 2011

Nota de repúdio à MP 520/2010 sobre os hospitais universitários

Em seu penúltimo dia de mandato e em meio às festividades de fim de ano, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória criando a “Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares” (EBSERH), a MP 520/10. A criação desta ocorreu com o argumento de resolver os problemas na contratação de profissionais para os hospitais, visto que boa parte das contratações é realizada por intermédio das Fundações de Apoio à Universidade, totalizando mais de 26 mil profissionais terceirizados, o que é considerado ilegal pelo Tribunal de Contas da União.

 

É dever do Estado a prestação de serviços gratuitos de assistência médico-hospitalar e laboratorial à comunidade, no entanto, com a MP 520/10 esta responsabilidade é transferida para a iniciativa privada. A ofensiva não vem de agora. Em seus oito anos de governo, Lula nada mais fez do que dar continuidade às políticas neoliberais dos governos FHC/Collor, aumentando apenas a eficiência em driblar a resistência dos movimentos sociais, através, dentre outros, do uso excessivo de Medidas Provisórias, Decretos Presidenciais. Exemplo disso é a criação de Fundações Estatais do Direito Privado (FEDP), que se deu em 2007 por meio do projeto de lei complementar (PLP) 92/07. Tal projeto propôs que as nove áreas do serviço público, entre elas a Saúde, fossem geridas por fundações privadas.

 

De acordo com este projeto, as novas Fundações terão autonomia financeira, de gestão pessoal, gerencial e orçamentária, isto é, os recursos das fundações não transitarão pelo orçamento da União, o que possibilita uma ampla liberdade para captação de recursos, terceirização de atividades, contratação e demissão de trabalhadores por regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), compra e venda de toda sorte de serviço, indiscriminadamente. Além disso, o que elas arrecadarem poderá ser usado de acordo com seus próprios critérios, sem precisar do aval do Tesouro Nacional.

 

Esse projeto foi criado usando-se do argumento de que, adquirindo os moldes do setor privado e a lógica de mercado, os serviços passariam a ser ágeis e eficientes, possibilitando ao Estado concorrer com o setor privado. Na verdade, esta foi mais uma tentativa do Estado em consolidar um “Estado Mínimo” para a população e um “Estado Máximo” para as classes dominantes, através da transferência de recursos públicos para alimentar o setor privado. Sabe-se que o modelo assistencial do SUS deveria ser integral, universal e de qualidade e, sendo assim, os profissionais não deveriam se submeter aos interesses da lógica do mercado. Esse modelo está ameaçado pela implantação da EBSERH. Dessa nova relação de trabalho, colocada pela bMP, surge um servidor mais vulnerável às pressões dos dirigentes políticos. O servidor terá seu regime de trabalho regido pela CLT, o que implica perda de direitos e estabilidade no emprego, além de submissão a metas de produtividade – característica que tende a precarizar, ainda mais, o trabalho dos profissionais da área da saúde.

 

Mais que uma forma de conter a mobilização sindical, essa medida cria duas categorias de profissionais dentro de uma única instituição, os públicos e os privados, onde os últimos podem ser contratados por tempo determinado, trazendo ainda como conseqüência a competitividade entre os mesmos, o que precariza o trabalho. Essa MP também é uma tentativa de conter a organização dos trabalhadores, fazendo com que eles fiquem sempre à mercê das vontades dos gestores. A relação entre a MP e a Universidade também é complexa e diversificada regionalmente. Começa no desrespeito à autonomia universitária, na desvinculação, por meio de medida provisória, dos hospitais às universidades. Sobretudo, na atribuição dada pelo Estado ao setor privado para desenvolver ações que lhe são constitucionais. Os hospitais universitários são unidades acadêmicas e são indissociáveis da sua atuação no ensino, pesquisa, extensão e assistência.

 

A saúde e a educação pública brasileira são um bem público e não devem ser mercantilizadas. A MP ainda implica que a empresa será constituída com móveis e imóveis que historicamente foram sendo acumulados com o dinheiro da classe trabalhadora. Analisando as conseqüências que a MP 520/10 tem para a sociedade, vemos claramente qual o comprometimento que o Estado tem com a educação e a saúde pública brasileira. Este cenário complexo e confuso provoca os estudantes, trabalhadores e população a dizer NÃO a essa empresa pública de caráter privado que nada mais é que um mecanismo de privatização da Saúde.

 

Diante do exposto, o posicionamento público manifesto pelas entidades que abaixo assinam, articuladas no Fórum Nacional das Executivas e Federações de Curso (FENEX) é em repúdio à Medida Provisória nº 520/2010. Convocando os CAs/DAs e estudantes a participarem dos debates e mobilizações em suas localidades na perspectiva da defesa de um Sistema de Saúde e de uma Educação 100% estatais e públicos, universais, gratuitos, de qualidade e controlados pela população.

 

“… O que tenho para dizer à Universidade (..)?

Tenho que dizer que se pinte de negro,

que se pinte de mulato,

não só entre os alunos, mas também entre os professores,

que se pinte de operários e de camponeses,

que se pinte de povo,

porque a Universidade não é patrimônio de ninguém e pertence ao povo…”

Ernesto Che Guevara

 

13 de fevereiro de 2011

Assinam este manifesto:

EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE ENFERMAGEM

EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE SERVIÇO SOCIAL

COORDENAÇÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES DE PSICOLOGIA

EXECUTIVA NACIONAL DE ESTUDANTES DE FISIOTERAPIA

EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE BIOLOGIA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS ESTUDANTES DE FILOSOFIA

EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

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SUS: saúde pública e de acesso universal?

fevereiro 9, 2011

Por Bernardo Seixas Pilotto*

Filas e mais filas, demora nas consultas, trabalhadores doentes atendendo usuários doentes, planos de saúde cada dia mais caros, ausência de políticas de medicamentos, violência na relação entre usuário e trabalhador, muitas reclamações… A situação da saúde pública no Brasil de hoje beira o caos.

A Constituição Federal garante a saúde como direito de todos e dever do Estado. Essa garantia só existe graças a uma luta muito grande de trabalhadores, usuários da saúde, sindicatos e movimentos populares nos de 1980. É um pouco da história desta luta e dos problemas atuais do sistema que vamos tratar neste texto.

Uma conquista popular

Até 1988, só os trabalhadores com carteira assinada tinham direito ao tratamento de saúde no Brasil. Isso excluía muita gente: desempregados, trabalhadores rurais, donas-de-casa, crianças, jovens, entre tantos outros. Além disso, o sistema de saúde brasileiro, chamado de Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social), estava focado somente no tratamento de doenças e não na prevenção delas. Para os que estavam fora do Inamps restavam as casas de misericórdia, que podiam ou não atender tais segmentos.

Foi então que, no final dos anos de 1970 e começo dos 80, começou um movimento muito forte defendendo uma reforma sanitária no Brasil. Trabalhadores da saúde, intelectuais e o movimento popular (que organizava os usuários) lutavam pelo acesso de todos ao sistema de saúde e para que este sistema invertesse suas prioridades, atuando de maneira mais forte na prevenção, evitando as doenças. Foi trazida também uma visão mais ampla sobre o que é saúde, a partir do conceito de determinação social da saúde e da doença.

Pelo momento político em que acontecia (fim da ditadura militar) e pela sua visão de saúde, o movimento ampliou também suas pautas. Em um dos grandes fóruns de debate da época, a 8ª Conferência Nacional de Saúde, de 1986, foi aprovado documento que dizia que a saúde no Brasil dependia de outras reformas estruturais, como a reforma agrária e o não pagamento da dívida pública. Então, em 1988, muitas dessas bandeiras foram aprovadas na Constituição: gratuidade, universalidade, integralidade, participação popular e equidade.

Por que não funciona melhor?

O Sistema Único de Saúde (SUS) é um grande avanço, se comparado com o Inamps. Porém, mesmo tendo sido um avanço, o SUS trouxe também algumas brechas legais que enfraqueceram sua eficácia. Duas delas são fundamentais: a permissão para um sistema privado complementar e a ausência de garantia do financiamento.
Podemos dizer, então, que o problema da saúde pública no Brasil não se resolve por falta de vontade política e de organização popular. Com o SUS, os governos têm todos os instrumentos para prover uma saúde pública de qualidade para a população brasileira. Mas é preciso ter coragem e determinação para enfrentar as corporações privadas da saúde, grandes laboratórios farmacêuticos e fazer valer o que está nas leis. Vale lembrar que os planos de saúde são grandes financiadores eleitorais, vinculando a ação de muitos políticos, das várias esferas, aos interesses dessas corporações. Por outro lado, o movimento pela reforma sanitária teve algumas ilusões institucionais: achou que bastava aprovar uma lei e esta lei viraria realidade.

Entre as brechas legais do SUS, a permissão para a saúde privada complementar abriu espaço para que hoje esta seja a principal provedora de saúde, seja via planos privados, seja via serviços comprados pelo Estado com dinheiro público. A maior parte dos hospitais privados recebe muito dinheiro público. Já o financiamento é insuficiente, visto que a lei definiu que é preciso ter um mínimo de gastos em saúde, mas não definiu o que é saúde para este fim. Aproveitando-se disso, tem muita prefeitura e muito governo estadual que gasta em propaganda e diz que é gasto em saúde.

Por conta disso, é preciso retomar a luta pela saúde pública e de acesso universal, que teve tanta força nos anos de 1980. Para isso, são fundamentais os fóruns populares de saúde que aglutinem trabalhadores, usuários e estudantes da área. É preciso lutar, porque saúde não se vende, louco não se prende: quem tá doente é o sistema social.

*Bernardo Seixas Pilotto, trabalhador do Hospital de Clínicas da UFPR, sociólogo e diretor-licenciado do Sinditest/PR, Curitiba, PR.

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Carta aberta dos estudantes em apoio à paralisação dos técnicos contra a MP 520/10

fevereiro 4, 2011

A MP 520 demonstra a falta de compromisso do governofederal com os trabalhadores da saúde, pois teve desde o ano de 2006 para abrir concursos públicos, a fim de regularizar os trabalhadores terceirizados dos HU’s, mas acabou por deixar para o último dia para ‘resolver’ essa questão. No apagar das luzes baixa uma medida provisória, num período que dificulta a mobilização e o debate dentro da comunidade acadêmica e no conjunto da sociedade. A solução nos dada com a MP 520 é a criação de uma empresa pública do direito privado (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH), mas que na verdade, representa mais um ataque aos trabalhadores do Sistema Único de Saúde, legalizando o trabalho terceirizado, dividindo a categoria entre públicos e os privados, criando metas produtivistas, e não resolvendo realmente o problema dos trabalhadores. Será então, um problema de gestão dos HU’s ou o descaso do governo com o SUS?

Nós estudantes, também seremos afetados pela MP 520, pois com o HC sendo desvinculado da Universidade e a EBSERH tendo de cumprir metas produtivistas, será ainda mais difícil conseguirmos estágios no HC, precarizando o tripé ensino, pesquisa e extensão. A luta contra a MP 520 é das três categorias da Universidade, defendendo os trabalhadores, a qualidade do ensino e o direito ao acesso dos usuários do SUS.

Declaramos nosso apoio a paralisação dos técnicos, por reconhecer a importância de lutarmos contra a privatização do SUS, contra a precarização do trabalho, contra a MP 520! A luta dos trabalhadores também é a luta dos estudantes, todos contra a MP 520!

 

Assinam esta carta:

Diretório Central dos Estudantes | DCE-UFPR

Diretório Acadêmico Nilo Cairo | DANC-UFPR

Centro Acadêmico de Psicologia | CAP-UFPR

Centro Acadêmico de Enfermagem | CAE-UFPR

Centro Acadêmico de Farmácia | CAF-UFPR

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reunião do CAP 28/01/11

fevereiro 4, 2011


presentes: Cleison spam, Nathalie Britto, Vanessa beghetto, Izabelle, Nicole, Bruna,Náthalie Pavese, Christian black e Lu Muller;

pautas:

- informes e repasses;

- conepsi;

- semana do calouro;

- informes:

Bru: nas duas últimas semanas, foram realizadas duas reuniões contra o aumento da passagem. Vamos montar uma barraquinha na boca maldita, para panfletar e colher assinaturas para um abaixo assinado, panfletar nos terminais de ônibus, e realizar atos nos dias 10 e 18 de fevereiro, datas onde os secundaristas já estariam de volta as aulas. Hoje,  tem a inauguração de uma barraquinha na boca maldita, quem puder ir, está convidado.

Vanessa: o campo Barricadas está convidando para uma formação e discussão sobre o SINAES e ENADE, vai ser um espaço aberto a todos, e que será importante, visto que vários cursos que boicotaram em 2009 receberão visita da comissão do MEC em 2011.

- repasses:

Calourada Unificada e Reunião sobre a MP 520/10

spam: Na segunda-feira (24/01), teve uma reunião para discutir a MP 520 (Esta medida provisória, cria a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) que irá administrar todos os 46 Hospitais Universitários do Brasil. É uma empresa pública do direito privado, ou seja, será uma empresa com financiamento público, mas que será administrada nos moldes do mercado. Desvincula o HU da Universidade, dificultando o direito do estudante de fazer uso do hospital. Quanto aos trabalhadores, irá legalizar os trabalhadores terceirizados, precarizar o trabalho e dividir a categoria entre públicos e privados – para maiores informações clique aki) e a paralisação dos técnicos no dia 03/02. Visto a importância da mobilização, o DCE em conjunto com os CAs de Saúde e o CAP, vão construir uma carta aberta em apoio a paralisação, onde vamos leva-lá na assembléia dos técnicos que será realizada no mesmo dia da paralisação. É importante também, irmos fazer uma fala enquanto CAP, em apoio a categoria e também para nos aproximarmos dos CAs de saúde, já pensando na mobilização dos estudantes do Setor. Bruna vai fazer uma fala pelo CAP na assembléia dos técnicos, as 8h do dia 03/02. E precisamos pensar em formas de trazer esta pauta para discutir com os calouros!

Na terça-feira (25/01), foi realizada a segunda reunião da calourada unificada, estavam presentes alguns CA’s que não estavam presentes na primeira reunião, onde foi discutido muitas coisas, como a ordem entre as mesas e oficinas, se as atividades não estavam ‘pesadas’ para os calouro, as pessoas que iriam compor as mesas, etc. A calourada esta bem politizada, e com três eixos: opressões, universidade e movimento estudantil. O projeto da calourada está sendo feito pelo spam  e pelo Hossaka, tendo que ficar pronto até no máximo o dia 03/02.

CONEPSI*

Vai ser realizado nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro em Vitória/ES  o CONEPSI. Este conselho vai ser bem importante, pois nós temos que organizar a campanha de saúde pública que a CONEP** vai tocar durante o próximo período e, encaminhar questões acerca do ENEP 2011***. Temos condições de levar três membros do CAP, pois esse CONEPSI é relativamente mais perto do que os últimos e também porque o próximo conselho será em SP, sede do ENEP. Irão a Izabelle****, Nathalie Britto e Bruna. Vamos pedir as passagens para a PRAE (responsável: spam e Britto). Também vamos reservar desde já, um ônibus para o ENEP.

* Conselho Nacional de Estudantes de Psicologia

**  Coordenação Nacional de Estudantes de Psicologia

*** Encontro Nacional de Estudantes de Psicologia

**** A Izabelle não irá mais, a Mariana Figueiredo irá no lugar dela

Dia da matricula

A Nih e a Iza compraram 60 canecas, precisa ir fazer a cerigrafia e também ir buscar as camisetas. A Nathi Pavese ia de carro buscar mas isso já mudou, agora é a Nicole, que vai com a Iza e a Pavese. Eu (van) vou emprestar 100 reias e a nih um cheque de 300. Caso a gente não arrecade essa grana no dia, eu ajudo a cobrir o prejuízo depois, e o CAP me restituí depois, lógico!

A Nih vai fazer as contas BEEM certinho de quanto temos e quanto vamos gastar, inclusive pra colocarmos no mural do CAP.

A Nih também vai fazer a cartinha dos calouros 2011, com seus nominhos!

Semana do calouro

Vamos discutir mais a fundo na próxima reunião.

Próximas atividades/reuniões:

Reunião do CAP: Casa do Black | seg (31/01) às 19h

Reunião da comissão da semana do calouro: no CAP | qua (02/02) às 10h

Assembléia dos Técnicos: no auditório do 7° andar do HC | qui (03/02) às 8h

Matricula dos calouros psi: Stos Andrade | sex (04/02) das 9h às 9h30 BOMBAR com os calouros!

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Convocatória – CONEPSI Vitória – Fevereiro de 2011

janeiro 27, 2011

 

 

Coordenação Nacional de Estudantes de Psicologia – CONEP

Centro Acadêmico Livre de Psicologia “Maria Clara da Silva” – CALPSI-UFES

 

 

CONVOCATÓRIA

 

Conselho Nacional de Estudantes de Psicologia – CONEPSI Vitória – Fevereiro de 2011

 

 

A Coordenação Nacional de Estudantes de Psicologia – CONEP –, através do Centro Acadêmico Livre de Psicologia “Maria Clara da Silva” – CALPSI-UFES –, vem por meio deste convocar a todos/as os/as estudantes e/ou entidades estudantis de Psicologia do Brasil a participarem do Conselho Nacional de Estudantes de Psicologia – CONEPSI – que acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de Fevereiro de 2011, no Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo – DCE-UFES –, situado no Campus Universitário Alaor Queiroz de Araújo – Av. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras, Vitória – ES.

 

A Reunião do Conselho Nacional de Estudantes de Psicologia constitui-se em um espaço de discussões, em que toda e todo estudante ou entidade estudantil de psicologia tem direito a voz e voto, e cujas deliberações visam uma melhor organização do movimento estudantil da psicologia nacionalmente, buscando cada vez mais aproximar os estudantes neste processo de construções.

 

Para tanto, apresentamos a seguinte Proposta de Pauta:

 

1.      Ponto de Formação: Saúde Pública e Sistema Único de Saúde;

2.      Campanha em Defesa da Saúde Pública;

3.      Construção do XXIV Encontro Nacional de Estudantes de Psicologia – ENEP São Paulo 2011;

4.      Política Financeira da CONEP;

5.      Organizativo da CONEP;

6.      Articulação da CONEP com os movimentos Regionais e Estaduais de estudantes de psicologia;

7.      Data e Sede do Próximo CONEPSI;

8.      Outras pautas a serem propostas.

Pedimos a todas e todos que tragam colchonetes, roupas de cama, materiais de higiene pessoal e contribuições para refeição coletiva. Não haverá locais para montar barracas. Pedimos também, que nos informem o número de pessoas que virão de cada local ou Instituição de Ensino, assim como peçam qualquer informação relativa ao encontro, no site http://coneponline.wordpress.com/ ou com os seguintes contatos:

Lidiane – lidianec.reis@gmail.com –             (27) 9283-0321       (claro)

José Anezio – aneziofernandes.dovale@gmail.com –             (27) 9257-7462       (claro)

Anidalmon – newpunkgrindmetal@hotmail.com –             (27) 8823-0262       (oi)

 

 

Afetuosamente,

 

Coletivo Gestor da Coordenação Nacional de Estudantes de Psicologia – CONEP

Centro Acadêmico Livre de Psicologia “Maria Clara da Silva” – CALPSI-UFES

 

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Agora é luta! Pela retirada da MP 520/10!

janeiro 24, 2011

Publicado em http://www.sinditest.org.br/portal/destaque/agora-e-luta/

Em Assembleia Geral do Sinditest/PR nesta quarta-feira (19/01), conjunta de trabalhadores com vínculo FUNPAR e servidores da Reitoria, os mais de 250 presentes aprovaram um plano de lutas pela retirada da MP 520/10, que foi editada no dia 31/12/2010 e criou a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.

A assembleia avaliou que a MP 520/10 é prejudicial como um todo para trabalhadores, estudantes e usuários do SUS e que nossa luta deve ser por barra esta medida no Congresso Nacional.

A Assembleia aprovou uma paralisação de 24 horas para o dia 03/02/2011, quando os trabalhadores realizarão nova assembléia a partir das 8h. Nossa luta recebeu também o apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Pública do Estado do Paraná –SindSaúde/PR.

Veja as resoluções da Assembleia, todas aprovadas sem votos contrários (com algumas abstenções):

  • Em defesa dos Hospitais Universitários. Pela retirada da MP 520/10;
  • Contra a criação da EBSERH;
  • Paralisação de 24h no dia 03/02/2011;
  • Participação em caravana a Brasília chamada pela FASUBRA e demais sindicatos do Serviço Público Federal;
  • Confecção de material de esclarecimento aos usuários do SUS;
  • Fazer articulação com demais segmentos da UFPR (estudantes e docentes) para chamá-los para a luta contra a MP 520/10;
  • Elaboração de uma moção de repúdio, que será encaminhada aos órgãos dirigentes do HC e da UFPR e demais autoridades.

 

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CAP-UPFR na Gazeta!

dezembro 6, 2010

Antônio More/ Gazeta do Povo

 Antônio More/ Gazeta do Povo / Papel e mais papel: Mariah Daher, estudante de Psicologia da UFPR, gasta até R$ 80 reais por mês com fotocópias Papel e mais papel: Mariah Daher, estudante de Psicologia da UFPR, gasta até R$ 80 reais por mês com fotocópias

Leitura

O xerox nosso de cada aula

É muito comum observar os universitários com pastas cheias de fotocópias de textos de diferentes disciplinas. A carga de leitura dos cursos é grande e o xerox acumulado deixa os alunos entulhados de papéis que acabam inutilizados
06/12/2010 | 00:08 | Bruna Bill, especial para a Gazeta do Povo

Quem entra em um curso universitário logo se acostuma a ter uma rotina de leitura bastante pesada. Mas não são apenas livros e revistas científicas que os alunos carregam pelas salas. A maioria dos estudantes apela para as fotocópias dos textos solicitados pelos professores. Em muitas universidades as empresas que fazem as cópias, cheias de pastas deixadas pelos professores, estão espalhadas pelos blocos dentro dos câmpus ou em ruas próximas. Capí­tulos de livros, artigos, trechos de revistas, exercícios. O material é variado e só aumenta com o passar dos semestres, o que leva o estudante a acumular pilhas e mais pilhas de papel.
Alguns professores organizam uma pasta com todos os textos que vão utilizar na disciplina durante o semestre, e os alunos podem fazer as cópias de uma só vez. Outros preferem liberar o material aos poucos, fazendo com que os estudantes frequentem quase diariamente as empresas de fotocópias. “Tem professor que separa o que é material obrigatório para as aulas e os textos complementares, assim não precisamos tirar cópia de tudo. Muitas vezes o que ele explica em sala de aula acaba sendo mais proveitoso”, conta Mariah Daher, 20 anos, aluna do terceiro ano do curso de Psicologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Alternativas

Estudantes criam alternativas à fotocópia
Para tentar frear o desperdício de papel e dinheiro, os alunos do Centro Acadêmico de Psicologia da UFPR criaram uma estante em que pilhas de materiais fotocopiados, separados por áreas, ficam à disposição dos alunos para consultas e empréstimos. “Em vez de buscar artigos na internet, procurei aqui na estante e achei muita coisa boa para complementar minhas pesquisas”, afirma Mariah Daher, do terceiro ano.
No Centro Acadêmico de Letras também existe um arquivo para facilitar a vida dos estudantes que não querem tirar mais cópias. “Já emprestei vários textos e não precisei gastar dinheiro. É importante diminuir a quantidade de papel que usamos. Também é legal ter um destino para os textos que não seja o lixo”, avalia Giovana Lucchin.
Segundo Aline Alegre, também do curso de Letras, alguns professores começaram a se preocupar mais com a questão do xerox e hoje oferecem arquivos digitalizados e enviam o material para o e-mail dos alunos. “Isso facilita nossa vida. Imprime quem quiser e não precisamos acumular papéis”, explica.

Quando são exigidos muitos capítulos do mesmo livro ou o assunto tem um interesse maior para o universitário, a compra da obra pode ser a melhor opção. Mesmo assim, o preço da fotocópia ainda atrai os estudantes. Além de mais caros, muitas vezes os livros são difíceis de serem encontrados. “Eu gostaria de ler mais livros, mas infelizmente não é possível, alguns são antigos e muito caros”, conta Giovana Lucchin, 21 anos, estudante do primeiro ano do curso de Letras da UFPR.
Para o professor da UFPR Gelson João Tesser, que dá aulas de Teoria e Fundamentos da Educação, a cultura da fotocópia diminui a preocupação das universidades com a compra de livros. “As universidades têm espaço para as empresas de xerox, mas não têm livros suficientes para os alunos. Isso é prejudicial para a vida acadêmica”, afirma. A cópia integral das obras, mesmo proibida pela Lei do Direito Autoral, acaba sendo muito frequente entre os universitários que não conseguem comprar ou emprestar os livros originais. “Na disciplina de Literatura Clássica precisávamos ler uma obra rara que me custaria R$ 100, enquanto o xerox do livro inteiro saiu por R$ 15”, conta Aline Alegre, colega de Giovanna no curso de Letras.
Mesmo sendo mais baratas que os livros, porém, as fotocópias vão se acumulando ao longo das semanas e dos semestres, o que no final também sai caro. Por isso, é importante separar um dinheiro extra para essa finalidade. “Depende muito do professor e da disciplina. Eu tenho nove disciplinas e a quantidade de textos é bastante grande”, conta Mariah, que, num cálculo aproximado, estima gastar até R$ 80 reais por mês com xerox.

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Contra a opressão à mulher nos trotes da UFPR!

novembro 25, 2010

O CAP UFPR deliberou hoje a assinatura da seguinte nota, dos estudantes de Direito UFPR:

 

“A Faculdade de Direito da UFPR se propõe ao ensino crítico conjugado à pratica emancipatória e não pode se omitir frente às diversas opressões que permeiam o meio social e que se traduzem no próprio ambiente universitário. É inconcebível que juristas e estudantes de direito ligados a essa instituição compactuem com práticas contraditórias às premissas mais fundamentais de uma sociedade que se pretende justa, livre e igualitária. Da mesma forma, é inadmissível a incongruência entre abstração teórica e a atuação prática. Uma faculdade, que recém instaurou como área de graduação a linha de teoria de direitos humanos, deve transcender a mera retórica e preocupar-se com a concretização desses direitos.

Também é imperioso o engajamento do movimento estudantil no enfrentamento da opressão em suas diversas facetas, como inclusive é defendido no Manual do Calouro publicado neste ano pelo CAHS: “o movimento estudantil abrange a luta por melhores condições dentro da instituição e a participação na construção de uma sociedade melhor fora dela”. No entanto, entendemos, justamente, que a “construção de uma sociedade melhor” abrange a luta contra as mais variadas opressões e formas de desigualdade.

A opressão de gênero é uma forma específica de controle e violência social. Ela é manifestada pela subjugação econômica, política, sexual e simbólica da mulher; e na repressão das formas consideradas desviantes do exercício da sexualidade e do papel de gênero.

Apesar do discurso hoje dominante de que a igualdade de gênero já teria sido atingida, verificamos que, na prática, pessoas continuam a sofrer violência cotidiana através da discriminação, da exclusão delas de espaços sociais relevantes, do controle e mercantilização de seus corpos e da violência física e psicológica. Não é por acaso que hoje, dia 25 de novembro, foi reconhecido pela ONU como Dia Internacional pela Eliminação de Violência contra a Mulher, uma entre várias datas que tentam lembrar que a (violência) persiste.

Se, como concebido, é papel fundamental da Universidade se posicionar contrária às várias formas de opressão, ela não pode se eximir diante dessas manifestações em seu próprio meio. Não podemos ignorar a ausência de espaços para discussão dessa temática na Faculdade de Direito, bem como a perpetuação da postura machista e homofóbica em certos setores. A título de exemplo, citamos as músicas cantadas pela bateria e publicadas anualmente no Manual do Calouro.

Diante desse cenário, sentimos a necessidade de formar um grupo estudantil de gênero para estudarmos e atuarmos efetivamente contra essas formas de violência. A partir de nossos estudos e debates, acreditamos que não há como se referir a essas músicas apenas como “brincadeirinhas” ou como exageros isolados da realidade acadêmica. Pelo contrário, músicas como “Caloura pucquiana” e “Formato de panela” são a expressão imediata das agressões contra a mulher ou à liberdade sexual, as quais também estão presentes de forma recorrente em nossos discursos e práticas, inclusive em nosso mundo jurídico.

Assim como o racismo é repudiado e não pode ser tolerado mesmo em suas formas mais “sutis”, não podemos ser condescendentes com o machismo e suas manifestações. Não podemos deixar de notar, inclusive, também nas músicas, a presença de preconceito contra portadores de necessidades especiais e outras minorias, como na música “Vestiba é mágoa”.

 

Requisitamos ao CAHS, portanto, a não publicação no Manual do Calouro das músicas da bateria com teor opressivo, principalmente de gênero. Também solicitamos, dada a importância desse tema e o já citado pouco espaço concedido a ele na faculdade, a garantia de que haverá ao menos um painel que aborde a questão de gênero e a oportunidade de apresentação de nosso grupo na Semana do Calouro.

 

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