Gestão "Não Temos Tempo a Perder!"

Autofinanciamento

Pra que serve o dinheiro que o curso arrecada?

O CAP é autofinanciado, desta forma somos nós mesmos que encontramos meios de angariar fundos. Fazemos isto através de festas, venda de camisetas, canecas, adesivos do curso… Tudo isso pra que?

O Centro Acadêmico de Psicologia é um espaço aberto pra que a gente se organize. Assim, o dinheiro é para os estudantes do curso!

Um dos porquês de precisarmos de dinheiro é o de possibilitar viagens para encontros como o ENEP (Encontro Nacional dos Estudantes de Psicologia) e congresso de estudantes; organizarmos as festas do nosso curso; comprarmos papéis, tintas, pincéis para divulgarmos nossas ideais e eventos e, como não poderia deixar de ser, utilizamos esse dinheiro com a semana dos calouros, viabilizando as gincanas e atividades.

Então, se você está pensando em alguma atividade que vai demandar verba e se você quer contar com o dinheiro do CAP, fale com alguém da gestão atual e peça pra incluir como um ponto de pauta para a próxima reunião. Assim, evitamos maus entendidos e nos organizamos para satisfazer as necessidades e vontades de atuar no curso!

MAS ATENÇÃO! O dinheiro que possibilita a ida a simpósios ou congressos acadêmicos é de responsabilidade da PRAE (Pró-reitoria de Assuntos Estudantis), e não do CAP. Se você tem interesse em participar de um desses eventos pode nos pedir ajuda para esclarecimentos de como funciona o pedido e de outras burocracias para lidar com a situação!

 

Lembramos: As reuniões do CAP são abertas a todos que desejam participar, ouvir e palpitar. Elas acontecem todas as quintas-feiras 17:30 hrs. Vem!

Finanças do CAP

Finanças do CAP

Prestação de contas – Janeiro de 2013 à Março de 2014

NOTA DE REPÚDIO A CRIAÇÃO DA FUNDAÇÃO ESTATAL DE SAÚDE DO PARANÁ E AO ATO MACHISTA REALIZADO PELO SR. DEPUTADO VALDIR ROSSONI- PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO PARANÁ

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Na última terça, dia 25 de fevereiro, ocorreu uma plenária na assembleia legislativa que discutiu e aprovou a criação da Fundação Estatal da Saúde do Paraná (FUNEAS), PL22/726. Essa fundação é uma resposta do governo do Estado aos problemas enfrentamos pelo Sistema Único de Saúde, no Paraná. No entanto, erra como resposta porque segue a lógica colocada pelos governos neoliberais, ao visar uma forma de privatização dos serviços de saúde no Estado do Paraná. Representa uma enorme derrota para os trabalhadores da saúde, já que os contratos agora passam a ser todos flexibilizados com a adoção de regime CLT e consequente perda da garantia da abertura de concursos públicos. Para a população usuária dos serviços dos hospitais públicos, a criação da FUNEAS significa o reforço da lógica produtivista no sistema de saúde: tempo de consulta reduzido, sem garantia de ter um acompanhamento a longo prazo pelos profissionais de saúde, redução de custos com medicamentos e equipamentos, redução no pedido de exames, alta rotatividade entre os trabalhadores – situações já comuns no SUS, e que só tendem a piorar com a adoção da gestão via FUNEAS. Por esses motivos, acima expostos, nessa plenária havia pessoas de vários movimentos sociais, juntos ao Sindisaúde (Sindicato dos trabalhadores da Saúde do Estado do Paraná) para defender a não privatização da saúde do Estado. Os estudantes de psicologia, junto ao CAP, também estavam lá presentes por entender que a FUNEAS não é de forma alguma uma tentativa de se melhorar os serviços de saúde públicos, mas sim a concretização de um projeto de desmonte destes.

No entanto mesmo com a pressão dos trabalhadores e manifestantes no local, foi aprovada a criação da fundação. Mas esse não foi o único acontecimento digno de repúdio nessa plenária.

Ao longo da discussão, foi oferecida uma fala a um representante sindical para expor os motivos de ser contra a criação da fundação. E no momento de se referir a trabalhadora que faria tal explanação, o Presidente da Assembleia, o Sr. Deputado Valdir Rossoni (PSDB), a chamou de Eliane, quando seu nome é Elaine. A presidente do Sindicato o corrigiu, como qualquer pessoa faz no cotidiano, e teve como resposta uma frase machista e desrespeitosa por parte do Deputado, que disse com um tom arrogante, característico de um homem branco, heterossexual, cis e que se coloca contrário a qualquer luta em defesa dos trabalhadores:

“Que nervosinha. Imagina o que essa mulher faz com o marido em casa”.

Nesse momento, foi solicitado por outro deputado que o Presidente da Assembleia retirasse sua fala da ata da plenária e pedisse desculpas à trabalhadora, ele não o fez. Em resposta, nós, estudantes e trabalhadores indignados com a sua atitude, o acusamos de machista e sua única posição foi erguer as mãos fazendo gesto de “beleza”. Reafirmando seu posicionamento machista que claramente tentava calar a boca de trabalhadoras e trabalhadores ali presentes que se colocavam em luta na defesa da saúde do Estado.

A Gestão “Não Temos Tempo a Perder” manifesta seu repúdio à atitude do Sr. Deputado Valdir Rossoni, por entender que ele não está do nosso lado na luta com os trabalhadores da Saúde, em defesa do SUS e de uma concepção que não entende a saúde como mera mercadoria. Nosso repúdio, expressa a necessidade de lutar em defesa da mulher trabalhadora que sofre todos os dias ataques nos locais de trabalho, em casa, nas ruas e principalmente, nos locais onde se colocam a frente das lutas em defesa de nossa classe.

Manifestamos também, nossa solidariedade à trabalhadora Elaine Rodella, não só por meio de nota escrita, mas estaremos ao lado da camarada na luta contra esse tipo de atitude que reafirma o patriarcado e contribui para a manutenção da sociedade de opressão e exploração.

Estaremos na luta, com o Sindisaúde e todos os trabalhadores da saúde do Estado do Paraná contrários à fundação, porque a luta está começando e machistas não nos calarão!

Ô BETO RICHA, NÃO SE ILUDE. AGORA É GREVE NA SAÚDE!

Nota de Solidariedade aos Estudantes de Jornalismo da UFPR

A nota a seguir, elaborada pelo Centro Acadêmico de Comunicação da UFPR, foi publicada no dia 28 de fevereiro - data na qual estavam previstas as matrículas dos cursos de Comunicação Social, que não aconteceram! Nós, do CAP nos colocamos solidários e juntos na luta dos estudantes de jornalismo para exigimos que a Reitoria desta universidade garanta a entrada dos estudantes aprovados no Vestibular 2013-2014 e que as condições de ensino do curso em questão sejam melhoradas.

“Um dia antes de dar entrada nos trâmites burocráticos e na matrícula na universidade, os aprovados para o curso de Comunicação Social – Jornalismo na UFPR receberam a notícia de que suas respectivas matrículas não seriam efetuadas. Avisados, ironicamente, por veículos de comunicação e não pelo próprio ministério, calouros se vêem sem perspectivas: as aulas em instituições de ensino particulares já estão para começar, a maioria com matrículas encerradas, e não há curso semelhante em universidade pública em Curitiba. Sem falar dos que não dispõem de recursos para mais um ano de estudos, tampouco de tempo a perder para esperar mais um ano por uma tentativa que lhes já havia sido garantida.

O grande problema reside em que o curso de Jornalismo, na realidade, não existe de si para si: ele faz parte de uma tríade da Comunicação Social — em suas habilitações Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas. Dado tal ponto, por que o restante das habilitações, partilhando muitas vezes de professores em comum, mesma coordenação, mesmo departamento, mesmo campus, mesmos equipamentos, não tiveram suas matrículas canceladas pelo Ministério? O sentimento de revolta e de tristeza que o cancelamento deixou nos alunos de Comunicação Social e nos novos calouros ajuda a explicar o problema: a atitude do MEC é uma represália aos estudantes pelo que eles fizeram, anos atrás, tentando chamar atenção aos problemas do curso, boicotando o Enade — prova aplicada pelo ministério para “avaliação” dos cursos de ensino superior.

Obviamente o MEC não consegue diferir o esquerdo do direito, tampouco o direito do errado. Como pode uma habilitação que tem os mesmos elementos de outras e até mais professores; que forma bons profissionais, renomados e atuantes no mercado; que forma pesquisadores; que, de fato, é uma das mais concorridas da UFPR; e que conta com um corpo discente repleto de ótimos alunos ser cancelado enquanto seus semelhantes não sofrem alteração alguma? Como as habilitações de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo recebem notas diferentes pelos seus respectivos colegiados se é o colegiado é mesmo para ambas? A resposta está dada.

Há sim uma série de problemas no curso, essencialmente técnicos e burocráticos. E foi esse o objetivo dos alunos ao chamar a atenção ao problema quando do boicote do Enade. Fechando os olhos para as reivindicações dos alunos, o MEC mostra a sua cara de educador: não o que ouve e entende o aluno, mas aquele que bate com a palmatória. A punição se mostra a cara do ministério, como um exemplo dado para que a história não se repita.

Mas nós, alunos, discentes, Centro Acadêmico de Comunicação Social não concordamos com isso. Não estivemos parados durante esse tempo, mas em reunião com professores, em conversas com futuros calouros, com a gestão, tentando de diversas maneiras achar uma solução para o problema que vem dando a cara desde o fim do último ano. Pedimos aos futuros calouros que não percam suas esperanças e mantenham seus esforços. Vocês passaram por um processo seletivo com edital e regras, cumpriram o protocolo e agora são impedidos de ocupar a vaga na instituição.

O cancelamento do curso e a anulação do concurso foram feitos após as provas, as inscrições e, agora, após o resultado. Pedimos que entrem com processos, que busquem as suas vagas na UFPR, que recorram à justiça. Pedimos apoio à universidade, aos outros estudantes, CA’s (CAAV UFPR, CADI – UFPR e etc), partidos, coletivos e também ao DCE UFPR, como representante dos alunos. Nós também continuaremos fazendo o que pudermos, articulando com professores e universidade, buscando uma solução para o problema. Não viraremos a outra face. Morderemos a mão que nos rouba. Não é uma ameaça, é uma promessa.”

Nota da campanha contra a privatização do Hospital de Clínicas UFPR!

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O que é o HC?

É o Hospital Universitário da UFPR, local onde os estudantes de saúde fazem parte da sua formação, mas não é só isso! Com luta continua de seus trabalhadores por mais financiamento e defesa do HC ele também é o maior hospital do Paraná, o maior prestador de serviços do SUS no Paraná (Atende em média 61 mil pacientes por mês) e o terceiro maior Hospital Universitário Público do Brasil. Inclusive tem um ambulatório para o tratamento da Síndrome de Down, criado em 1997, sendo o primeiro da América Latina a se dedicar exclusivamente à doença

A Psicologia faz estágio lá?

Sim, os cursos de saúde podem fazer estágios ou projetos de extensão no hospital universitário. Hoje a psicologia conta com um forte serviço de psicologia, mas ainda tem muita demanda de trabalho – os psicólogos que lá trabalham foram contratados em 1991 e desde então a demanda cresce e não existe mais contratação. Existe também no HC a residência multiprofissional, então muitos formados de psicologia fazem residência lá, o que ajuda, mas não supre a demanda do hospital. Os estágios funcionam hoje ou por programa de voluntariado acadêmico ou via PROBEM, ou programa de extensão– sim, um dos lugares para cumprirmos as horas de extensão pode ser no HC. Além do atendimento ao público, fazemos supervisão, grupo de estudos e reuniões teórico clínicas, ou seja, trabalhamos e aprendemos muito no hospital.Para além desse serviço de psicologia existem trabalhos de psicólogos e voluntários em diversas daquelas casinhas que tem em volta do hospital. Então nosso trabalho por lá é grande! Não é preciso enfatizar a importância do nosso trabalho, mas deixar claro que ele não é possível ser feito sob metas, nem de tempo e muito menos de quantidade de atendimento.

E o que está acontecendo no hospital?

Recentemente mais leitos do hospital foram fechados (hoje em dia já são 280 leitos fechados), além disso materiais não tem sido mais comprados – materiais básicos como luvas, álcool e reagentes para exames. Diversas cirurgias eletivas foram canceladas, ou seja, só quando seu caso for gravíssimo você poderá realizar o procedimento. Vários trabalhadores foram se aposentando e o governo federal não abre concursos públicos, durante muito tempo esse vácuo de profissionais foi reposto pela FUNPAR, uma empresa que contrata trabalhadores via CLT (um regime de contratação que RETIRA muitos direitos dos trabalhadores). O problema maior é que recentement o Ministério do trabalho impediu esses trabalhadores de fazerem hora extra, o que além de diminuir o salário e gerar um descontentamento gigantesco, diminui a força de trabalho disponível. Chega a ser chocante um hospital que é referencia ser tratado dessa forma. Isso não pode ser um problema administrativo, vai para muito além da gestão.

O que resulta disso tudo: são péssimas condições de trabalho para quem trabalha no hospital de clínicas, acompanhado de um aumento gigantesco na fila de pacientes na quantidade de pessoas que voltam pra casa sem atendimento todos os dias.

Desde a edição da Medida Provisória nº 520 (MP 520), em 31 de dezembro de 2010, muito tem se falado e debatido sobre a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Ano passado existiu uma enorme greve em diversas universidades e uma das principais pautas, aqui da UFPR, era barrar essa empresa! Em conjunto com professores e servidores conseguimos nos posicionar contra a entrada dessa empresa no nosso HC, essa forte luta obrigou o governo a utilizar novas táticas para implementar essa empresa. Hoje já vemos em vários jornais e pronunciamentos de políticos dizendo que só existem três saídas para o HC: ou aceita a EBSERH, ou funciona em conjunto com a prefeitura e abre uma UPA, ou o HC não receberá novos pacientes e aos poucos vai deixando de ser referencia. A primeira das alternativas é defendida mais fortemente, afinal é o motivo pelo qual o HC está nessa situação.

Por que ser contra?

A EBSERH é uma empresa e, sendo assim, rege-se pela lógica de mercado- geridas com o objetivo central de obter produtividade. Produtividade é fazer mais com menos, o que significa corte de gastos em setores considerados “não-estratégicos”, ou seja, que não dão lucro, por exemplo pesquisas. Hospitais universitários só podem dar lucros tornando precárias as condições de ensino e de assistência à saúde da população. No entanto, a saúde e a educação não podem ser geridas com esse objetivo.

O que melhorará o hospital é a contratação de novos profissionais, professores com tempo para supervisionar os estudantes e não metas de atendimentos que não conseguem ser cumpridas de forma rápida ao mesmo tempo em que se aprende com qualidade.

E agora? O que fazemos para isso não acontecer?

O diretório acadêmico de medicina lançou uma campanha: o HC que queremos! Campanha essa, que após unificar-se com a campanha ‘O Hc é Nosso!” e com as outras categorias (professores e técnicos servidores, representados por APUF-PR e Sinditest, respctivamente) passou a chamar-se ‘Para não perder o HC”. Nós devemos nos juntar a essa campanha, participar das atividades e entrar nessa luta. Devemos também ficar de olho porque a universidade marcou para dia 21 de novembro o conselho universitário que decidirá se aceita ou não a empresa, mas a partir de agora eles podem alterar a data do COUN com apenas 24 horas de antecedência. Precisamos ficar ligados para ir até a sala do reitor impedir essa aprovação forçada. Sabemos que isso não resolve os problemas do hospital e também não resolve o problema dos estudantes!

Curta e acompanhe as próximas novidades!  https://www.facebook.com/ohcquequeremos

Não a EBSERH! Por um local de ensino que fortaleça a nossa formação e possibilite a assistência à saúde da população! Vamos lutar por mais verbas, mais profissionais e NÃO a venda do hospital!

Frente de Luta pelo Transporte ocupa câmara de Curitiba!

Pela primeira vez na história, a cidade de Curitiba vê a Câmara Municipal ocupada pelo povo!
Hoje um passo muito importante foi dado na luta pelo passe livre e pela redução da passagem de ônibus em Curitiba. A Câmara Municipal de Curitiba está ocupada pelo movimento de luta pelo transporte público.                                                           Os 30 mil que foram às ruas em junho obrigaram a Câmara Municipal para que fosse criada uma CPI do transporte público. Essa CPI, juntamente com a investigação do Tribunal de Contas do Estado do PR, descobriu diversas irregularidades nos contratos com a URBS. Foi confirmado o que o movimento já sabia: um cartel domina o transporte público, lucrando ilegalmente em cima de nossos direitos. O prefeito Gustavo Fruet vacila e não toma uma posição a favor do povo. Com isso, a Frente de Luta pelo Transporte (FLPT) foi chamada para falar hoje, dia 15 de outubro, como informante na CPI. Nesta sessão, falamos do histórico do movimento pelo transporte em Curitiba e apresentamos nossas perspectivas e expectativas frente às denúncias feitas pelo TCE e pela própria CPI. Expomos também nossas demandas – a anulação imediata dos contratos vigentes, a redução da tarifa para 2,25 e a implantação do Passe Livre para estudantes e desempregados – e estas foram muito bem recebidas pelos vereadores, que se prontificaram a diligenciá-las. No entanto, sabemos o papel diplomático de “amigos do povo” costumeiramente cumprido pelos parlamentares, fazendo belas promessas que nunca se cumprem. A CPI demonstrou não fugir à regra do que geralmente acontece na “casa do povo”, produzindo discursos que não anunciavam medidas práticas. Diante dessa clara necessidade da pressão popular para que as coisas avancem, a FLPT decidiu em assembleia democrática aberta e horizontal realizada na própria câmara por iniciar a ocupação. Reivindicamos com a ocupação que o prefeito Gustavo Fruet se posicione verdadeiramente com relação ao relatório do TCE, deixando claro se está do lado do povo ou do cartel do transporte de Curitiba, e que venha negociar com a FLPT. Exigimos também que o decreto e o projeto de lei apresentados pela Frente seja votado imediatamente na câmara dos vereadores. Nesse momento a ocupação necessita de solidariedade de todos os movimentos sociais, como moções de apoio, notas, comidas etc. Estamos organizando também um acampamento em frente à câmara para que aumente o apoio e a pressão em cima do prefeito. A força da luta nos trouxe até aqui. Lutamos nas ruas e chegamos à câmara!
E a luta já trouxe conquistas:
1. Entrada do Projeto de Lei do Passe-Livre em regime de urgência no plenário da Câmara Municipal de Curitiba;
2. Coletiva de Imprensa da Frente de Luta pelo Transporte;
3. Reunião com o prefeito Gustavo Fruet.

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